segunda-feira, 12 de setembro de 2016

RESPEITO

 Resultado de imagem para imagens de intolerância
Nasci em uma família católica apostólica romana. Logo a maioria, além de católica, tornou-se Kardecista ou Praticante de Espiritismo “Mesa Branca”.
Durante esta minha existência tive e tenho amigos católicos, que sempre me receberam em suas casas e Igrejas com educação e respeito.
Tenho, como sempre tive amigos e parentes protestantes, que de igual maneira, me recebem em suas casas e Templos.
Convivi e convivo com amigos e parentes muçulmanos, que recebem a mim em suas casas e Mesquitas como igual.
Gosto de visitar terreiros de Umbanda e Candomblé onde encontro parentes e amigos, o que me faz muito bem.
Meus amigos budistas e taoístas fazem questão de me convidar para suas festas e reuniões em suas casas e Templos.
Assim como amigos e parentes meus Adventistas, me querem em suas casas e Igrejas.
Há pessoas que dizem não ter preconceito, mas são intolerantes com crenças alheias.
Aceitam apenas a sua verdade como certa. A do outro não merece Respeito.
Convivem com o outro em seus locais de trabalho, em escolas, clubes, transportes coletivos, escondendo sua verdadeira face, fingindo uma tolerância que não tem.

São sim preconceituosos, não aceitam diferenças, principalmente o livre pensar.
ivan souza machado

terça-feira, 26 de julho de 2016

UM PONTO ESQUECIDO.

                                                                    
                                                      
 "A cada dia uma nova história, um novo personagem, um novo destino...Passageiro."                                                                                                                                 




Assim como é o serrote para o marceneiro e o martelo para o carpinteiro; a colher é para o pedreiro, como a agulha para a costureira.
Assim como para todos, o táxi é para o taxista, sua imprescindível ferramenta de trabalho.
Há profissões que tornaram-se raras, quase extintas: relojoeiros, alfaiates, sapateiros, entre tantas.
Dentro de pouco tempo: Taxistas.

Existirão, é claro, os teimosos saudosistas, parados em algum ponto, limpando o pó de suas ferramentas de trabalho, como um velho amigo conversando com seu táxi, a espera dos raros passageiros.


ivan de souza machado

quarta-feira, 30 de março de 2016

O QUE É PRECISO FAZER PARA MORRER?




Só há um acontecimento, que nos torna iguais.
Transforma a todos em um único produto ou resíduo.
Estranho, mas é comum a todos os seres vivos, animal, vegetal, mineral, microscópicos ou não, em todo Universo.
O que torna a morte, o mais democrático evento.
Branco, negro, azul, amarelo ou vermelho. Homem ou mulher. Hétero ou homossexual. De esquerda, centro ou direita.
 A morte iguala a todos.
No final somos apenas cadáver, húmus, matéria em decomposição, inerte.
Enquanto vivos, acumulamos bens até não podermos mais: Dinheiro, joias, carros, casas, roupas. Quanto mais e mais caro melhor; para no fim não levarmos absolutamente, nada.
Muitos gastam o que tem de mais precioso construindo templos, monumentos e grandes obras ou em guerras matando semelhantes, que julgam inimigos, para serem pretensos heróis.
Outros há, que utilizam o tempo no auxílio de quem necessita, como Francisco Xavier, Madre Tereza de Calcutá, Mahatma Gandhi, Jesus Cristo, médicos sem fronteiras.
Sabe quando estamos em uma fila, aguardando para entrar em um cinema, teatro, qualquer lugar e, lá na frente vê um seu amigo entrar primeiro. Assim é: Cada pessoa querida que vai é mais um passo na fila que damos. O duro é não saber quando será a nossa vez.
Aliás, para morrer basta estarmos vivos!
Ivan de souza machado